Facebook se mexe para ter sistema que remunere as gravadoras e artistas

A era digital trouxe ferramentas de grande utilidade, e que vêm se aperfeiçoando cada vez mais. Serviços como Spotify, Apple MusicYouTube e outras plataformas trazem para o ouvinte uma experiência cada vez mais personalizada, e os acordos com grandes gravadoras garantem suporte financeiro para artistas e para toda cadeia produtiva da indústria musical.

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O Facebook até agora não possui nenhum acordo desse tipo, e todo material que eventualmente viole algum direito autoral tem que ser reclamado pelos detentores desses direito, o que é um trabalho árduo. Para resolver essa situação, há algum tempo a empresa vem se reunindo com as grandes, na tentativa de desenvolver uma ferramenta que detecte sons protegidos por copyright, podendo assim remunerar as gravadoras e os artistas que terão suas músicas utilizadas nas publicações dos usuários.

Facebook quer rivalizar com o YouTube e pretende entrar na indústria musical

Segundo matéria da Bloomberg Technology, o Facebook Watch — plataforma de vídeos recém-lançada nos EUA, para competir com o YouTube — é uma base para, no futuro, implementar o sistema que detecta material protegido. O Watch é só a primeira de outras iniciativas que no futuro impulsionarão o vídeo como a principal mídia no Facebook. Segundo o CEO Mark Zuckerberg, “para os próximos anos, o vídeo irá guiar o nosso negócio e determinar o quão bem a empresa está indo

 

fonte : PHOUSE

Warner compra Spinnin’ Records

Já havia sido anunciado algum tempo atrás que grandes empresas como a Sony e a Believe Digital estavam em uma batalha acirrada para tentar comprar a Spinnin’ Records, mas no final das contas, quem deu o lance final foi o Warner Music Group.

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Segundo a Music Business Worldwide, o valor da compra é pouco mais de cem milhões de dólares, fazendo desta a maior aquisição da Warner desde que absorveu a Parlophone por 765 milhões de dólares, em 2013. O WMG vem dominando o mercado da música e somando ao seu time selos do mundo inteiro, e de vários estilos. A companhia é dona do selo de rock Artery Music, além de ter relançado a Sire Records em julho, com um novo presidente.

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A Spinnin’ foi fundada por Eelko Van Kooten e Roger De Graf, possui sede na Holanda, e desde 1999 lança grandes nomes como Martin Solveig, Tiësto, Armand van Helden, entre outros expoentes do cenário eletrônico. Recentemente, o selo começou a lançar nomes brasileiros, como Vintage Culture e Alok, que recentemente fez a curadoria de uma compilação voltada para o brazilian bass.

fonte :PHOUSE